Archive for the Fenómenos Category

Os Homens de Negro

Posted in Avistamentos, Casos, Fenómenos with tags on Novembro 8, 2008 by taz51

Os Homens de Negro viajavam em grandes carros pretos antiquados. Julga-se que eram Rolls Royce no Reino Unido ou Lincoln Continental de 1948 nos EUA. Estes homens serão agentes do Governo ou extraterrestres? Muitas pessoas testemunham este caso, dizendo terem sido visitadas, pouco tempo depois de avistarem a nave extraterrestre ou os destroços da mesma, do caso Roswell. Estes homens mostram-se frios e muito ameaçadores e dão ordens ás vítimas para que o avistamento fosse mantido em segredo. No entanto nunca aconteceu e as vítimas não mantinham o caso em segredo.

Este caso é muito intrigante porque após tais ameaças e as vítimas não se mostrarem com medo suficiente para as levar a sério e que, até agora não se registou nenhum acontecimento, ataque ou algo do género às pessoas que testemunharam os encontros com estes homens…

Lincoln Continental de 1948

Lincoln Continental de 1948

Fantasmas na Estrada

Posted in Fantasmas, Fenómenos with tags , on Novembro 8, 2008 by taz51

Um dos choques mais experimentados pelos condutores azarados na Europa e nos EUA é o de uma figura vestida à moda antiga que surge de repente na estrada no meio da escuridão e que desaparece por baixo das rodas…. quando o condutor sai do carro na maior das aflições para ajudar, não está lá ninguém.

Foo Fighters

Posted in Fenómenos, Foo Fighters with tags on Agosto 7, 2008 by taz51

Foo Fighters (bolas de fogo):

Havia relatos frequentes de avistamentos de globos de luz colorida por parte dos pilotos aviadores de ambos os lados durante a Segunda Guerra Mundial. Os britânicos pensaram inicialmente tratar-se de armas alemãs. Os alemães chamavam-lhe Feuerballs, enfim. Mas o certo é que ninguém sabe o que são. Os foo fighters voavam muitas vezes em formação e eram capazes de efectuar manobras com grande perícia e velocidade.

Mas se eram armas, porque é que não atacavam os aviões? Se eram ilusões de óptica, porque é que os pilotos não as reconheciam como tal? Se eram raios globulares, porque é que apareciam quando não havia uma tempestade com trovoada? Aqui vai uma foto:

Descoberto Crop Circle muito misterioso

Posted in Fenómenos with tags on Julho 22, 2008 by taz51

“Será que foi descoberto o significado de um Crop Circle?” é a pergunta feita por o blogue UFOVNI (www.zetas.bloguepessoal.com), em relação a este Crop Circle. “..foi encontrado um que é a representação do “PI – grego”, o número 3,14159… Que representa o numero mais misterioso da matemática e é definido pela relação entre a divisão da circunferência pelo o diâmetro do círculo.”

Tem mais de 45 metros e “não parecia nem ao menos ser uma das mais belas: uma linha em espiral convergente ao centro, ocasionalmente interrompida por sulcos inexplicáveis, também convergindo para o centro.”

“Mike Reed, que notou que o desenho de aparência banal escondia algo muito mais complexo. Bastava completá-lo, traçando o raio do círculo em correspondência aos sulcos, para evidenciar a mensagem escondida: o numero 3,141592654, que representa exatamente os primeiros nove algarismos do “PI – grego”, seguido de um 4 em vez de um 3.”

“O professor Reed intuiu que o pequeníssimo círculo, que a área que na foto está á direita do centro da formação, representava a vírgula do “PI – grego” e o resto – para um estudioso com facilidade em matemática, foi bastante fácil. Todos nós nos recordamos que na escola o “PI – grego” nos permite calcular á área de um círculo, mas de todos os números esse parece ter vindo de outro mundo.”

E acabada de retirar do blogue UFOVNI aqui vai a foto aéria do Crop Circle:

Navios Fantasma (Realidade ou não?)

Posted in Fenómenos, Superstição with tags on Maio 20, 2008 by taz51

Pensa-se que todos os que morrem no mar são condenados a viver e a assombrar o mar para sempre ou… o navio em que se morreu. Muitas testemunhas afirmam ter visto “fantasmas” em navios como o Queen Mary, um navio onde já houve muitos mortos, mas que ainda hoje não naufragou. Neste navio podem hexistir muitas almas como a de uma criança que se diz assombrar a zona da piscina… Muito estranho, porque a ciencia não consegue explicar a situação seguinte: uma guia de “caça aos fantasmas” do Queen Mary estava a guiar uma visita a uma zona que se diz ser assombrada por uma alma que morreu num embate. De repente a guia começa a contorcer-se e os visitantes disseram-lhe que a silhueta dela estava a mudar… sendo ela pequena, de repente ficou com uns 1.80 m. Ainda hoje acredita que uma alma maligna estava a tentar possui-la…

Navio Queen Mary

Ilha de Páscoa

Posted in Fenómenos with tags on Abril 20, 2008 by taz51

De certo que vcs conhecem a ilha de Páscoa, com aquelas estátuas humanas gigantes. O que vcs não sabem é que sgundo muitos, essas estátuas têm origem em fenómeno extraterrestre. Pois é! E o Ovniblog não ficou indiferente. Nós iremos analisar esse fenómeno e descobrir provas… depois postaremos os resultados, por enquanto fiquem com isto:

Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.

“A Ilha de Páscoa é uma ilha da Polinésia oriental, localizada no sul do Oceano Pacífico (27º 09′ latitude Sul e 109º 27′ longitude Oeste). Está situada a 3.700 km de distância da costa oeste do Chile e sua população é de 3.791 habitantes (censo 2002), 3.304 dos quais vivem na capital Hangoa-Roa. Famosa por suas enormes estátuas de pedra, faz parte da V Região de Valparaíso, pertencente ao Chile.

Em idioma Rapanui, o idioma local, é denominada Rapa Nui (ilha grande), Te pito o te henúa (umbigo do mundo) e Mata ki te rangi (olhos fixados no céu).

Páscoa é uma ilha vulcânica, seu território tem a forma triangular e é o pedaço de terra mais isolado do mundo, no limite da Polinésia Oriental. Sua origem consiste em três vulcões que emergiram do mar um junto ao outro, em tempos diferentes, nos últimos milhões de anos, e têm estado adormecidos ao longo da história de ocupação da ilha. O mais antigo deles é o Poike, que entrou em erupção há cerca de 600 mil anos, formando o canto sul do triângulo. A subseqüente erupção deu origem ao Rano Kau, o segundo a emergir, formando o canto sudoeste da ilha. Por último, a erupção do Terevaka, localizado no canto norte do triângulo. A ilha ocupa uma área de 170 km2 e sua elevação é de 510 metros. A sua topografia é suave, sem vales profundos, exceto suas crateras e encostas íngremes e cones de escória vulcânica. A geografia de Páscoa sempre representou grandes desafios para seus colonizadores, como até hoje ainda o é. Seu clima, embora quente para os padrões europeus e norte-americanos, é frio para os padrões da maioria das ilhas da Polinésia. Tanto que plantas importantes, como o coco (introduzido em Páscoa somente em tempos modernos), não se desenvolvem bem na ilha, e a fruta-pão (também recentemente introduzida), e sendo Páscoa um lugar ventoso, cai do pé antes do tempo. Além disso, o oceano ao redor é demasiado frio e não permite a formação de recifes de coral, tornando a ilha deficiente tanto para peixes e moluscos associados aos atóis de coral, como para peixes em geral (de todas as espécies de peixe existentes, Páscoa possui apenas 127). Todos esses fatores resultam em menos fontes de alimento. Além do que, a chuva – cuja precipitação média anual é de 1.300 mm, aparentemente abundante, infiltra-se rapidamente no solo vulcânico e poroso da ilha. Há, portanto, limitação de água potável. Somente com muito esforço os insulares obtêm água suficiente para beber, cozinhar e cultivar.

A Ilha antes dos Europeus

Na pré-história humana, até 1200 a.C., a expansão polinésia é contada como uma das explorações marítimas mais dramáticas. Povos vindos do continente asiático – agricultores, navegadores, aparentemente originários do arquipélago de Bismark, a noroeste da Nova Guiné, atravessaram quase dois mil quilômetros de mar aberto, a bordo de canoas, para atingir as ilhas da Polinésia Ocidental de Fiji, Samoa e Tonga. Os polinésios, apesar da ausência de bússolas, instrumentos de metal e escrita, eram mestres da arte da navegação e da tecnologia de canoas a vela. Seus ancestrais produziam uma cerâmica conhecida como estilo lapita.

Historiadores acreditavam que as ilhas polinésias foram descobertas ao acaso. Hoje, porém, há fortes indícios de que, tanto as descobertas quanto a colonização foram planejadas por viajantes que em uma incursão predeterminada, navegavam rumo ao desconhecido. A rota mais provável para a colonização de Páscoa deve ter sido a partir das ilhas de Mangareva, Pitcairn e Henderson, as duas últimas funcionando como trampolins visto que uma viagem direta de Mangareva à Páscoa dura cerca de 17 dias, principalmente transportando produtos essenciais para a sobrevivência da colônia. A transferência de muitas espécies de plantas e animais – de taro a bananas e de porcos a cachorros e galinhas, não deixam dúvidas sobre o planejamento da ocupação de Páscoa pelos seus colonizadores.

É incerta a data de ocupação de Páscoa, tanto quanto é incerta a data de colonização das ilhas polinésias. Publicações sobre a ilha de Páscoa registram sua possível ocupação entre 300-400 d.C., com base em cálculos de tempo a partir de divergências lingüísticas – técnica conhecida como glotocronologia, e em datações radiocarbônicas de carvão, além de sedimentos lacustres. Entretanto, especialistas na história de Páscoa questionam tais cálculos, considerados precários quando aplicados a idiomas complexos como o pascoense “(…) conhecido por nós principalmente através de, e possivelmente contaminado por, informantes taitianos e marquesanos.”

No período 600-800 (as datas exatas ainda são objeto de discussão) as ilhas da Polinésia Oriental (ilhas Cook, ilhas da Sociedade, ilhas Marquesas, Austrais, Tuamotu, Havaí, Nova Zelândia, Pitcairn e Páscoa) foram colonizadas. Datações radiocarbônicas mais confiáveis – obtidas através de amostras de carvão e de ossos de golfinhos – que serviram de alimento para seres humanos – extraídas das mais antigas camadas arqueológicas, oferecem prova de presença humana na praia de Anakena. A datação dos ossos de golfinhos foi realizada pelo método EMA (Espectrometria de Massa com Acelerador). Estima-se, portanto, a primeira ocupação de Páscoa em algum tempo antes de 900. Por volta de 1200 os polinésios expandiam suas rotas até Nova Zelândia, completando a ocupação das ilhas habitáveis do Pacífico.

Há evidências de que os insulares de Páscoa eram típicos polinésios, vindos da Ásia em vez da América. Sua cultura saiu da cultura polinésia. Falavam um dialeto polinésio oriental relacionado ao das ilhas do Havaí e das Marquesas (semelhante ao dialeto conhecido como antigo mangarevano). Seus instrumentos (arpões, anzóis, enxós de pedra, limas de coral) eram polinésios e assemelhavam-se a antigos modelos das ilhas Marquesas. Muitos de seus crânios apresentavam uma característica polinésia conhecida como “mandíbula oscilante”. Amostras recolhidas de 12 esqueletos enterrados nas plataformas foram analisados e todos possuíam “(…) uma deleção de nove pares de bases e três substituições de bases presentes na maioria dos polinésios (…)”. Este estudo de DNA comprova que duas dessas três substituições de bases não ocorrem nos nativos americanos, contrariando a tese do explorador norueguês Thor Heyerdahl de que a ilha de Páscoa fora colonizada através do Pacífico oriental, por sociedades indígenas avançadas da América do Sul.

História

A primeira expedição a visitar Páscoa foi a do espanhol Gonzalez (1770), que nada registrou além de diários de bordo. A 5 de abril de 1722, o explorador neerlandês Jacob Roggeveen atravessou o Pacífico partindo do Chile em três grandes navios europeus, e após 17 dias de viagem desembarca na ilha num domingo de Páscoa, daí o seu nome, que permanece até hoje.

A primeira e mais adequada descrição da ilha foi feita pelo Capitão James Cook, em 1774, em sua breve visita de apenas quatro dias, com o seu destacamento, quando realizou o reconhecimento do território pascoense. Cook tinha a vantagem de estar acompanhado por um taitiano, cujo polinésio era similar ao dos insulares, possibilitando o entendimento entre eles.

Em 1870, comerciantes europeus tomaram posse das terras e introduziram gado ovino na ilha. Em 1888, o governo chileno anexou Páscoa, que se tornou uma fazenda de ovelhas administrada por uma empresa escocesa estabelecida no Chile. Os insulares, todos eles, foram obrigados a trabalhar para a empresa contra o pagamento de bens e víveres. Em 1914, os insulares se revoltaram contra a exploração escrava, porém foram dominados com a chegada de um navio de guerra chileno. Somente em 1966 os insulares se tornaram cidadãos chilenos. Os insulares e chilenos nascidos no continente são em número igual aos nativos. Ainda hoje existe tensão entre eles, porém renasce no pascoense o orgulho cultural e sua economia é estimulada pelo turismo: há diversos vôos semanais vindos de Santiago e do Taiti, realizados por empresa aérea estatal do Chile, transportando visitantes atraídos pelas famosas estátuas.

Os Moais são estátuas esculpidas a partir das pedras do vulcão Rano Raraku, dispostas em diversos santuários que tinham em média 5 estátuas. O maior deles, Paro, tem 22 metros e está inacabado.

O Rongorongo

O rongorongo é o sistema de escrita dos povos da Ilha que, apesar de diversas tentativas, ainda não foi completamente decifrado. A maioria dos especialistas em Páscoa conclui que a invenção do rongorongo foi inspirada pelo primeiro contato dos insulares com a escrita (desembarque espanhol de 1770), ou pelo trauma da escravidão quando, por volta de 1805 – ano mais sombrio da história de Páscoa – duas dúzias de navios peruanos sequestraram a metade da população (1500 pascoenses) e os venderam em um leilão para trabalho escravo nas minas peruanas de guano. A maioria dos sequestrados morreu em cativeiro. Os 15 sobreviventes, devido a pressões internacionais, foram repatriados e trouxeram varíola para os que moravam na ilha causando grande morte entre os moradores.” Link:http://pt.wikipedia.org/wiki/Ilha_de_P%C3%A1scoa

Moais

Easter Island map-fr.svg

Um moai na Ilha de Páscoa

Para mais imagens, entrem no link de uma pesquisa do google feita por nós: http://images.google.pt/images?hl=pt-PT&q=Ilha+de+P%C3%A1scoa&btnG=Procurar+imagens&gbv=2

Agora vamos proceder a análise de factos e depois postaremos aqui os rsultados as conclusões… Por agora é tudo.